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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Segredinho pra deixar o pelo do seu cachorro brilhando!


Você só compra ração de qualidade, seu cachorro é saudável, feliz, não tem problema de pele e ainda assim o pelo dele é opaco e pouco macio? Pois aí vai uma dica simples, tão simples que pouca gente leva em conta: escove a pelagem do seu bicho diariamente (primeiro no sentido contrário ao do crescimento dos fios, e depois a favor). Você verá a diferença na hora, principalmente se o cachorro tiver pelo curto! A pelagem fica mais brilhante e sedosa porque, além de a escova retirar os pelinhos mortos, ela ainda ajuda a espalhar o lubrificante que a pele produz naturalmente como proteção.


Por Mariana Viktor

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Como escolher a guia e a coleira mais adequadas para seu cão

Cachorro na coleira


A coleira é a tira que vai presa no pescoço do bichinho. Já a guia é o conjunto de coleira e cordão ou corrente, usado para levar o bicho para passear. Antes de escolher o modelo, veja o que você deve levar em consideração:

Os tipos mais comuns de coleira:


Cão coleira
Peitoral de colete
Para: Cães grandes que precisam de tração.
Vantagem: Distribui melhor o peso do animal.
Desvantagem:Dificulta o adestramento porque torna os trancos e puxadas confortáveis para o bicho.

Cão coleira
Cabresto
Para: Cães com temperamento nervoso ou que possuem focinho longo.
Vantagem:Proporciona maior controle sobre o cachorro.
Desvantagem: É difícil acostumar o cão a usá-la. Ao tentar tirar a coleira, o bicho pode se machucar.
Simples

Para: Todas as raças, menos as que possuem pescoço da largura da cabeça.
Vantagem: Por ser fixa, ao ser puxada, a coleira não enforca o cachorro.
Desvantagem: Não oferece ao dono o controle necessário durante um passeio.

Enforcadora
Para: Levar qualquer cachorro para passear.
Vantagem: Distribui a pressão por todo o pescoço, evitando que o pet arraste o dono.
Importante: Não se esqueça de tirá-la na volta do passeio para que o cachorro não tente arrancá-la sozinho.


Para ter mais segurança nos passeios:
· Observe bem as costuras e verifique a qualidade do produto. "Vejo frequentemente coleiras arrebentando. Isso é perigoso para o animal e para quem está em volta", alerta Alexandre Rossi, apresentador do quadro Dr. Pet, da Record.
· Verifique se o material da guia é resistente. Confira também mosquetões, peças metálicas ou de náilon que prendem a coleira à guia.
· Antes de passear com o animal, dê trancos e force a guia e a coleira. Fique de olho especialmente nas junções das peças.
· Coleiras elásticas são reprovadas pelo Dr. Pet: "A gente perde o controle, o bicho puxa para todos os lados e fica difícil educar o cachorro com outra coleira depois". Além disso, elas podem causar lesões na mão do dono e no próprio bicho de estimação.

E a focinheira?

Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina têm leis que obrigam cães de algumas raças grandes a usar focinheira ao andar na rua. Cumpra a lei para não tomar multa nem causar um acidente.

Conteúdo do site ANAMARIA

6 regras de etiqueta do dono responsável

Mulher  com cachorro


Por mais que você ame seu amigão, é preciso ter consciência de que nem todas as pessoas gostam de bichos - e elas estão em seu pleno direito. "Tomar cuidado para que sua mascote não incomode os outros faz parte da etiqueta do dono responsável", afirma o veterinário Daniel Svevo, de São Paulo. Nunca é demais fazer o check list que ele sugere:
1. Treine seu animal para obedecer - assim ele não vai pular no colo das visitas e também poderá frequentar locais públicos.
2. Use sempre a guia e a coleira para andar na rua.
3. Recolha o cocô no parque ou na calçada.
4. Quando receber amigos em casa, se possível deixe o animal num ambiente reservado.
5. Se seu cachorro late muito, investigue as causas com o especialista.
6. Evite o elevador (mesmo o de serviço) junto com vizinhos.

Conteúdo do site CLAUDIA

Quais tipos de animais de estimação podemos ter em casa?

Mulher com papagaio


Em casa, podemos ter qualquer animal doméstico, como gato, cachorro, coelho, hamster e periquito-australiano. Animais silvestres, como jabuti, papagaio, arara, mico e tamanduá, só podem ser mantidos em casa se tiverem sido adquiridos de um criadouro ou loja registrados no Ibama , onde são reproduzidos para esse fim, e não retirados da natureza.
"Se você desconfiar que seu vizinho cria um animal silvestre de origem ilegal, faça uma denúncia anônima para o Ibama (0800-618080) ou a Polícia Ambiental do seu estado", diz Cláudio Massao Kawata, analista ambiental de São Paulo.
Animais apreendidos pelo órgão são libertados em seu habitat, após um período de adaptação, ou encaminhados para zoológicos, fundações ambientais ou criadouros legais.
A maioria dos jabutis e aves volta para a mata, mas micos e macacos têm dificuldade deadaptação à vida selvagem e são destinados a criadouros. "Se o bicho retornar ao seu habitat ou for para um criadouro oficial, ele terá chances de se reproduzir, ajudando a perpetuar sua espécie", diz Kawata.

Conteúdo do site Vida Simples

Como deve ser a dieta do papagaio

Papagaio

Satisfazer às necessidades nutricionais do papagaio, não é uma tarefa difícil. Além das inúmeras rações balanceadas à venda, você pode lhe oferecer frutas, legumes e verduras para complementar as refeições. Inclua também alguns itens como: ração para pássaros, grãos oleaginosos e não oleaginosos.
Os grãos oleaginosos, como a semente de girassol, não devem ultrapassar 1 colher de sopa. Já os não oleaginosos, caso do arroz e do milho, podem ser consumidos à vontade. "Na hora de oferecer legumes e verduras, escolha os de cores fortes, como a cenoura, que ajudam a intensificar o tom natural das penas", recomenda a veterinária Sandra Sampaio, de São Paulo.
Atenção: evite dar abacate, que pode até causar intoxicação, e a beterraba, a qual o aparelho digestivo, muito sensível, não aceita bem.
Se o pássaro continuar a não comer direito, fique atenta: isso pode indicar problemas pulmonares.


Conteúdo do site SAÚDE

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Morte de cachorro traz à tona debate sobre segurança em pet shops


Caso do cão Giginho assusta donos de animais e levanta a questão: como escolher um pet shop seguro?


A ideia de deixar um animal no pet shop para um procedimento simples como tomar banho e encontrá-lo ferido ou morto é o pesadelo dos donos de animais de estimação. No começo do mês, a tragédia virou realidade para o dono do vira-lata Giginho, de dois anos, e deixou outros donos em alerta: como saber se o pet shop escolhido é seguro?

Giginho não é um caso isolado. “São frequentes os acidentes envolvendo animais nos pet shops. Alguns são realmente acidentes e outros, descuido dos profissionais”, afirma Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.
O laudo da necropsia de Giginho ainda não saiu, por isso a causa da morte ainda não foi divulgada. Mas o dono tem uma versão: “O rapaz admitiu para minha mãe, quando ela foi pegá-lo, que Giginho tinha morrido enforcado com a coleira da mesa de tosa. Ele disse que se descuidou quando foi atender o telefone”, diz o músico Jorge Anielo, 38, sobre o cachorro adotado há poucos meses.
Foi a primeira vez que a família levou o bicho naquele pet shop. “Pessoas que conhecemos levam seus cachorros lá. Quando alguém imagina que algo assim vai acontecer?”, afirma Jorge. A reportagem do iG entrou em contato com os responsáveis pelo pet shop, mas eles não quiseram se pronunciar.
Problemas comuns
O mais comum, de acordo com Marcelo, são problemas causados pela temperatura muito elevada dentro do local. “São muitos secadores e, se não tiver ar-condicionado, não tem como evitar: o ambiente fica muito quente, o que pode ser fatal para alguns cachorros.
Foi o caso de Astro, um shih-tzu de seis meses, que morreu, no ano passado, de intermação, segundo o laudo da necropsia pedido pela dona do animal, a empresária Luana Custodio, 26. A intermação ocorre quando o cachorro não consegue resfriar sua temperatura corporal em um ambiente de calor excessivo. “A intermação, ou hipertermia, é um grande problema porque os cães não transpiram pela pele e regulam a temperatura corpórea através da respiração. Mas esse artifício é insuficiente para algumas raças e o cachorro acaba morrendo”, afirma Marcelo. Ele explica que a crise é caracterizada quando o cachorro fica muito ofegante, a língua ganha um tom azulado e ele pode chegar a desmaiar. “Se o banho está muito complicado, cabe ao profissional não ir em frente. O mesmo com a tosa. É melhor desistir e tentar outro dia”, pontua Marcelo.

“Era a terceira vez que eu o levava para tomar banho. Normalmente dava em casa, mas uma vez por mês ele ia para o pet shop. A veterinária disse que, quando colocaram o Astro no tanque, ele teve convulsões. Ela tentou reanimá-lo, mas não conseguiu”, conta Luana. “Fizemos um acordo financeiro com o pet shop. Apresentei meus custos com o Astro e eles me ressarciram. Isso não traz nosso cachorro de volta, mas acredito que mexendo no bolso do dono do local ele vai ter mais cuidado e consciência de que está lidando com vidas”, afirma.
De acordo com o diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira Mário Marcondes dos Santos a elevação da temperatura corpórea pode acontecer em diversas situações. “Não acontece só em pet shop. Pode acontecer também dentro do carro, por exemplo, num dia muito quente. O conselho que podemos dar é que os donos de cachorros com focinho curto, que é o caso de raças como shih-tzu, pug e buldogue, evitem ambientes de calor excessivo. Em alguns casos, os veterinários chegam a proibir que alguns animais tomem banho em pet shop justamente por causa de crises de intermação.”

O shih-tzu Astro, que morreu de calor durante um banho em pet shop - 
as altas temperaturas são a maior causa de morte




Danielle Nordi



domingo, 3 de julho de 2011

Sai do frio, totó!


Com a chegada do inverno e o friozinho se instalando de vez lá fora, é normal deixarmos nossos animais de estimação passarem mais tempo dentro de casa.
Cães que não estão acostumados com uma rotina interna, no entanto, merecem atenção redobrada nesta hora: se você descuidar, é bagunça e sujeira na certa!
Portanto, é bom ir preparando o terreno com a ajuda de alguns produtos e acessórios bacanas que existem a venda nos pet shops. Confira nossas sugestões:

Cadê o xixi? Sumiu!
As inconvenientes pocinhas amarelas que eventualmente encontramos pela casa, agora podem ser limpas de uma maneira bem mais prática. Em poucos segundos, o Seca Xixi da Petmais transforma a urina em um gel, que em seguida pode ser removida com uma pá ou o aspirador de pó. O produto ainda possui ação bactericida, higienizando completamente o local e deixando um cheirinho de limpeza. Sai por R$22

Sem rastros de sujeira

Depois do passeio, nada de subir na cama ou no sofá sem antes limpar muito bem as patinhas. O limpa patas, também da marca Petmais, é um lenço umedecido que contém clorexidina e aloe-vera em sua formulação, capaz de limpar, desinfetar e ao mesmo tempo hidratar a pele do animal. A embalagem com vários lenços custa R$5
Banho sem água
   Já que veterinários aconselham reduzir a freqüência dos banhos durante os meses frios, é melhor procurar alternativas para deixar o bichano sempre limpo dentro de casa. A loção higienizadora banho a seco, da DogClean, promove a limpeza do animal sem a necessidade de molhá-lo, deixando a pelagem macia e perfumada. R$28.

O fim dos pêlos

Eles se espalham por tudo e são super difíceis de limpar com métodos tradicionais. O jeito é apelar para um utensílio especial chamado Pet Rubber, produzido pela marca Pet Society. A esponjinha possui uma superfície de microfibras que retira através da eletricidade estática os pêlos de roupas, sofás e outras superfícies. E ao contrário de outros produtos similares, o Pet Rubber pode ser reutilizado várias vezes. O tamanho médio sai por R$25.
Xô cheirinho ruim!
Convenhamos, casa que cheira a cachorro definitivamente não é nada agradável! O Spray elimina odores da Pet Minato é atóxico e pode ser usado em qualquer lugar, inclusive nos quartos e diretamente nos estofados. Sem cheiro algum, o produto age seqüestrando os maus odores e não apenas camuflando-os com essências. R$11.
Móveis como novos
Para cãezinhos e gatos que adoram calibrar suas unhas em estofados e pés de mesa, o soft claws da Pet Society pode ser a solução. O produto é uma cápsula anatômica que funciona como uma unha postiça, evitando os danos causados pela arranhadura, sem que o animal precise mudar seu comportamento. Disponível nas versões transparente e coloridas, que ficam super fashions!
O Kit vem com 10 cápsulas e sai por R$45.
Cada um no seu lugar
Quer manter seu bichinho longe de algum cômodo da casa? Delimite a área! O doggie blockers é uma grade regulável que pode ser montada e desmontada de maneira super prática em qualquer vão livre da casa. Vêm com acabamento em tecido – para evitar o contato visual e gerar ansiedade no animal - e extremidades de borracha, que não danificam as paredes e portas.
O maior tamanho pode ser estendido até 1,04 m de largura e sai por R$136.
Calminho, calminho

Cão estressado, hiperativo e capaz de levar todos à loucura? Calma, excesso de energia também tem remédio. E natural, ainda por cima!
O Stress away, da Pet Society, contém óleos essenciais de capim-limão, camomila e lavanda - ervas que quando inaladas possuem ação calmante e relaxante. Basta borrifar o produto no ambiente ou próximo a cabeça do animal e pronto: você terá um anjinho ao seu lado! R$22.

domingo, 5 de junho de 2011

Animais domésticos são adoráveis e trazem muita alegria às crianças. Fazem companhia, estimulam o senso de responsabilidade, mas exigem cuidados.



"Meu filho sempre foi louco por cães, desde bem pequeno. Mas, como morávamos em apartamento - e eu não queria privá-lo de ter um bicho-, tratei de arranjar vários outros, por achar que dariam menos trabalho. De coelho, peixes a lagartos, tivemos de tudo. Hoje temos uma linda cachorrinha que, por ser muito bem-educada, traz um grande prazer à nossa família." Ana Paula, empresária.

Seu filho anda implorando para ter um animal doméstico? Ótimo, um bichinho traz muito prazer e alegria para todos, principalmente para as crianças. Eles são bons companheiros, mas precisam de muitos cuidados, como todos os seres vivos. Por isso, antes de ceder à vontade de seu pequeno, pense duas vezes. O sonho pode se transformar em pesadelo se você não tiver absoluta certeza de que realmente quer um bicho dentro de casa.

"Prometo que vou cuidar dele" é a frase que sempre antecede ao apelo da criança quando ela deseja ter um animal. Fique esperta e, antes de tomar qualquer decisão, tenha em mente que a maior parte do trabalho vai sobrar mesmo para você. Principalmente enquanto seus filhos forem pequenos.
Confira, neste roteiro, algumas das características e necessidades
das espécies mais solicitadas.
Cachorros, sem dúvida, ocupam o primeiro lugar na preferência das crianças. São alegres, amigos, grandes companheiros. Mas não esqueça: esses seres maravilhosos precisam de companhia e exigem cuidados permanentes. Antes de escolher a raça, leve em conta o tamanho de seu quintal - ou do apartamento - e o temperamento do animal. Para quem tem muito espaço, a gama de opções é grande, mas boxers e labradores são especialmente amorosos, portanto superindicados para quem tem crianças pequenas. Se você mora em apartamento, prefira cães de porte pequeno, como maltês, poodle, bassê ou até mesmo um cocker spaniel, se tiver disposição para escová-lo todos os dias. Compre um animal de boa procedência - num canil ou em pet shops, jamais em feiras. Assim você terá a certeza de estar adquirindo um bicho saudável. O veterinário saberá indicar a ração adequada a cada raça, de acordo com a idade e o porte do cão. E não se esqueça de manter em dia a vacinação.
Gatos são limpos, independentes e normalmente de fácil convivência com os pequenos. Principalmente os das raças persa e birmanês, mais dóceis que os outros. Certifique-se antes, se possível, de que seu filho não seja alérgico ao pêlo do animal. Isso pode acontecer com algumas crianças. A vantagem dos gatos sobre os cachorros é que eles podem ficar sozinhos por períodos mais longos, até mesmo um fim de semana, desde que você deixe à disposição do animal água e ração necessários para esse período. Os veterinários recomendam que sejam castrados: eles ficam mais dóceis e perdem a vontade de escapulir pelas portas e janelas.
Peixes ornamentais praticamente não dão trabalho. Um aquário bem montado - de preferência de água doce - não vai alterar sua rotina e você não terá de se preocupar com a limpeza diária. Prefira espécies resistentes, para começar, e cuide para que as raças escolhidas convivam bem entre si. A dimensão do aquário vai depender do tamanho do cardume. Informe-se na hora de comprar. O equipamento é importante: filtro, oxigenador e aquecedor de água (para os dias mais frios), além dos pedriscos para forração, normalmente são suficientes para a saúde dos peixes. As rações não costumam ser caras e devem ser dadas em pequena quantidade, duas vezes por dia.
Hamsters são roedores muito espertos, e as crianças os adoram. Mas devem ficar permanentemente presos em suas gaiolas, munidas de "equipamentos" de exercício: são rodas giratórias nas quais eles correm loucamente, principalmente à noite. Comem ração especial, gostam de cenoura, alface e adoram sementes de girassol. A gaiola deve ser limpa e desinfetada todos os dias, caso contrário o cheiro pode ficar insuportável. Evite ter dois da mesma espécie na gaiola: se forem machos, poderão brigar. Se for um casal, você terá, em pouco tempo, uma prole considerável de bichinhos.
Animais exóticos, como iguanas e pequenos lagartos, estão muito em voga. Mas, se seus filhos ainda são pequenos, não ceda à tentação: muitos deles transmitem doenças e não vale a pena arriscar. Crianças acima de 12 anos, mais responsáveis, são capazes de tomar os cuidados de higiene necessários. E lembre-se: a maior parte desses bichos silvestres só pode ser vendida com o certificado de legalização do Ibama.




pets friends

Florais e bichos de estimação

Os animais domésticos, pelo contato estreito com os seres humanos, acabam de certa forma se “humanizando” e sofrendo as conseqüências disso em forma de desequilíbrios comportamentais.

Muitos são carentes, dengosos, exigentes, mal-humorados, ficam traumatizados quando são brutalizados, ou até mesmo apresentam dificuldades em aprender a “fazer as necessidades” no local estipulado pelo dono, o que, convenhamos, não faz parte do universo animal. A separação dos filhotes da mãe e da ninhada, que lhe dá aconchego e sensação de segurança, também precisa ser harmonizada para que ele se adapte melhor à sua nova casa e situação.

O uso dos florais para ajudar a superar estas dificuldades costuma apresentar bons e rápidos resultados. Na verdade, o tratamento floral em animais é de curta duração, levando de três dias a um mês.

Veja alguns florais indicados:

Para que os filhotes afastados da mãe e da ninhada sofram menos com a separação e se adaptem melhor ao novo lar, dê Florais de Minas: MILLEFOLIUM.

Para os cãezinhos que choram quando seus donos saem para trabalhar, é preciso harmonizar sua carência e sua vontade de ser o centro das atenções, dê Florais de Minas: AMBROSIA + HELIANTHUS

Para os animais que sofreram maus tratos, dê Florais de Bach: RESCUE, se o episódio de violência for recente ou se ele apresentar reação de agressividade devido ao fato de ter sido brutalizado.

Para os cachorros que têm dificuldade em aprender a fazer as necessidades no local certo, dê Florais de Saint Germain: ABRICÓ + SAPIENTUM + MELISSA
Para facilitar a adaptação de seu animal de estimação a nova casa e ao novo espaço, dê Florais de Minas: MILLEFOLIUM.

Algumas horas antes e depois da cirurgia, pingue meio conta-gotas do floral BUQUÊ DE
5 FLORES - Florais de Minas
ou do RESCUE REMEDY - Florais de Bach, diretamente na boca do animal, de hora em hora.

Para reduzir a hiperatividade e a ansiedade dos animais hiperativos, leve-os para passear duas vezes ao dia e dê PSIDIUM + VERVANO + IMPATIENS - Florais de Minas.

Com cãezinhos destruidores, não se iluda, pois é chantagem pura: “Se você não me der atenção, faço algo proibido“. Para harmonizar este comportamento, dê CHICORIUM - Florais de Minas.
Importante: Os animais reagem rapidamente ao uso dos florais e o mesmo deve ser interrompido de dois a três dias após a percepção de que seu estado melhorou, ou sua dificuldade foi superada. Caso ele venha a apresentar novamente o problema, como é o caso dos que têm dificuldade em aprender, basta dar o floral novamente de três dias a uma semana para que ele entre em harmonia e reaprenda.

Modo de usar:

Se você puder ou se tiver quem dê ao seu animal de estimação o floral, mande aviar a fórmula e pingue 4 gotas diretamente na boca, 4 x ao dia.
Se não for possível dar o floral 4 x ao dia, é necessário comprar a solução estoque do floral indicado e pingar 4 gotas diretamente na água que o animal bebe diariamente.

Cuide de seu companheiro com carinho e torne as coisas mais fáceis para ele!






pets friends

Felinos...





Os gatos são metódicos. Mas eles também podem ser muito sociáveis e educados. Dentre todos os animais de estimação os bichanos são os que mais rápido aprendem a se comportar com civilidade em casa, mas vale a pena se equipar com utensílios que evitam desastres em almofadas e tapetes: brinquedos como apara-dores de garras garantem a integridade das peças.

Esse recurso ajuda a distrair os felinos e manter a casa em ordem. Também existem os ‘playgrounds’, que fazem com que seus móveis não sirvam mais de brinquedo. Quando seu bichano tentar afiar as unhas na poltrona, mostre a ele o lugar certo. E ele vai aprender logo.
Limpeza e segurança
Medida importante de segurança, para evitar qualque acidente, é proteger as janelas com rede. Coloque na área de serviço uma bandeja contendo um granulado especial comprado em petshops. Trocado diariamente, o produto tem o poder de fixar o local como toalete do bichano. 


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Poodle rosa faz sucesso em novela; modismo pode ser um risco



Na novela Morde & Assopra (Globo), a poodle Madonna vem chamando a atenção do público não só pelas peripécias que apronta em cena, mas também por sua aparência um tanto peculiar: seus pelos são cor de rosa. Este, é claro, não é o tom natural de sua pelagem, que é branca. A cadelinha teve os pelos tingidos com uma tinta especial, específica para animais, que sai facilmente durante o banho. Acontece que, muitos cães, fora da ficção, têm desfilado por aí com seus donos exibindo um visual colorido. E os especialistas alertam que é preciso muito cuidado antes de pensar em submeter o mascote a esse tipo de procedimento estético, principalmente de forma inadequada.
"Problemas de pele como alergias (que causam vermelhidão e coceira) e queda dos pelos, irritação nos olhos, enjoos e intoxicação são os problemas mais comuns que podem acometer os animais mais sensíveis", destaca o veterinário Ernani De Castilho. E há, inclusive, o risco de morte, se o produto não for indicado para aplicação em cães e gatos. É o caso do tingimento feito com papel crepom, já que a tinta liberada pelo papel é muito tóxica.
"No mercado pet, há produto específico para pintar animais, que apresentam na embalagem a palavra 'atóxico'. Porém, uma substância pode ser atóxica para um animal e completamente tóxica para outro. Eu não recomendo este procedimento. Mas se o dono desejar muito fazê-lo, ele deve ser realizado numa pet shop, onde a aplicação certamente será mais segura com profissional treinado", comenta a veterinária Karine Kleine, da clínica Renalvet, em Copacabana. "Também é importante salientar que o produto atóxico é químico. E, como toda química, o teste alergênico deve ser feito antes da aplicação, para verificar se o animal é alérgico", completa.
A especialista também ressalta as possíveis alterações psicológicas nos bichos que têm os pelos tingidos. "É bem verdade que os animais não enxergam como nós, mas as diferenças de tons são bem perceptíveis. Um cão branco que fica azul, muda completamente. Ele não tem noção se o procedimento nos pelos foi feito por necessidade ou por vaidade dos donos. De repente, olhar para seu corpo e ver formas e tons diferentes pode deixá-lo desconfortável", comenta a veterinária.
"Sabendo do risco das alergias e do fator psicológico, o dono deve pensar bastante antes de aderir à nova moda. Afinal, como você se sente ao sair do salão com um corte de cabelo que você não pediu para o cabeleireiro?", indaga Karine Kleine.
Por mais atóxica que seja a tinta, o animal não nasceu assim, e seus pelos Colorido sai com banhos
Pintar animais com uma só cor ou com estampas variadas é um procedimento que faz o maior sucesso nos Estados Unidos e na China. Aqui no Brasil, o mais comum é ver cães nas cores azul ou rosa. Como a pintura é feita? Primeiro, o animal toma um banho para retirar todo o resíduo e a gordura natural. Isso faz com que o xampu tonalizante dure mais tempo. E a cor sai com com os banhos.




terra

terça-feira, 17 de maio de 2011

06 dicas para você criar bem seu cão

 
1) Mantenha sempre a vacinação em dia, com V10 (mesma vacina combate 10 viroses) e anti-rábica.
2) Vermifugue seu animal a cada seis meses.

3) Alimente-o com ração de qualidade ou alimentação caseira balanceada.

4) Não deixe jamais seu cachorro solto na rua, pois ele pode se perder ou ser vítima de atropelamentos, envenenamentos, brigas, etc. Identifique-o, com o RGA e micro-chip.

5) Castre ou não permita a reprodução dos animais, pois já são mais de 28 milhões de cães no Brasil, e boa parte deles abandonados nas ruas.

6) Não compre animais, adote um! Estima-se que, para cada animal comercializado, um é morto na rua ou no centro de zoonoses.





site: Veterinário Wilson Grassi - Defesa  animal


sábado, 23 de abril de 2011

Vacinação é a única forma de proteger seu gato de infecções



A vacina é a única forma de proteger os gatos contra doenças infecciosas virais ou bacterianas, a maior causa de morte nesta espécie, que por sua vez são transmitidas entre animais não vacinados.
Doenças
Atualmente existem vacinas para prevenir as seguintes doenças em gatos:
Rinotraqueíte Viral Felina
Doença altamente contagiosa causada pelo Herpesvírus felino. Os sintomas são espirros, tosse, dificuldade respiratória, secreção nasal, oclusão nasal, perda do olfato, respiração pela boca, vômitos, secreção ocular, conjuntivite severa, edema palpebral, úlcera de córnea, lacrimejamento, febre, falta de apetite e apatia. A infecção pelo herpesvírus felino pode deixar seqüelas como rinite crônica e ceratoconjuntivite seca por toda a vida do animal.
A transmissão ocorre por via oral, por objetos e ambiente contaminados, pela mãe inclusive se esta não for imunizada. A Rinotraqueíte é endêmica em colônias infectadas, onde a transmissão ocorre por contato direto com condições ambientais favoráveis ao agente como alta densidade populacional de filhotes de diferentes ninhadas, fêmeas em fase reprodutiva e machos inteiros reunidos no mesmo ambiente, pouca ventilação e higiene inadequada.
Alguns animais podem apresentar estado de portador, ou seja, não apresentam sintomas, mas eliminam o vírus periodicamente por meses e ou anos. Pode reaparecer varias vezes na vida, quando ocorre queda da resistência, devido a estresse. Animais infectados devem ser retirados da criação.

Calicivirose
Causada pelo vírus Calicivírus, provoca secreção nasal, espirros, vômitos e dificuldade respiratória. Surgem úlceras orais em palato, língua, narina e patas. Causa muita dor para deglutir, salivação, boca fétida, apatia, gengivite crônica, perda de peso, desidratação, comprometimento do sistema imune, artrite, com muita dor articular. Em alguns casos pode apresentar pneumonia.
O estado de portador também ocorre nesta virose e é transmitido da mesma forma que o herpesvírus felino, ou seja, por via oral, por objetos e ambiente contaminados, sendo que é mais resistente no ambiente.
Clamidiose
Causada pela bactéria Chamydia psittaci, causa no animal conjuntivite aguda, de moderada a muito grave, sem comprometimento sistêmico, apresentando recidivas freqüentes.
A Clamidiose é endêmica em colônias infectadas, onde a transmissão ocorre por contato direto com condições ambientais favoráveis ao agente como alta densidade populacional de filhotes de diferentes ninhadas, fêmeas em fase reprodutiva e machos inteiros reunidos no mesmo ambiente, pouca ventilação e higiene inadequada.
Panleucopenia felina
Causada por um vírus semelhante ao da parvovirose canina, o Parvovírus felino, é muito freqüente em animais jovens, responsável pela síndrome do definhamento dos filhotes.
Os sintomas são vômitos, febre, apatia, falta de apetite, desidratação, comprometimento do sistema imune e em alguns casos diarréia. Podendo apresentar comprometimento neurológico em filhotes e na infecção intra-uterina atingindo o filhote que por sua vez nasce sem cerebelo, apresentando problemas de equilíbrio.
A transmissão ocorre pelo contato direto, transplacentária, por objetos, ambiente, sendo um vírus muito resistente a desinfetantes e permanece no ambiente até um ano.

Leucemia Felina
Doença viral freqüente e muito grave devido a portadores assintomáticos. A Leucemia Felina é causada por um Retrovírus, sua transmissão ocorre pelo contato oronasal direto e íntimo entre gatos suscetíveis com gatos infectados que eliminam através da saliva, urina, placenta, leite e fezes.
É uma doença de grupo de felinos amigos, facilitada pelo comportamento social dos felinos, como mordidas e lambidas de acasalamento, pelo uso em comum de bebedouro, comedouro e vasilhas sanitárias.
É uma doença com várias manifestações, de modo geral apresentam mucosas pálidas, dispnéia, letargia, anorexia, emagrecimento progressivo, febre, gengivite, uveíte, diarréia, fraqueza nos membros, mudança comportamento, sensibilidade na pele, incontinência urinária, infertilidade, abortamento, morte fetal, baixa imunidade favorecendo varias infecções bacterianas, virais e parasitárias persistentes e freqüentes e morte. O Linfoma é a doença neoplásica mais comum.
Diagnosticada pelo exame ELISA através do soro sanguíneo. A prevenção é a melhor medida, vacine, proíba fugas e contato com gatos não testados para Leucemia já que não existe tratamento específico.
Raiva
O vírus da raiva pode infectar todos os animais de sangue quente, inclusive o homem. A transmissão ocorre através da mordida de animais contaminados.
O animal apresenta sinais de alteração comportamentais muito variáveis, como isolamento em locais escuros, quietos, salivação, dores e outros sempre progressivos evoluindo a morte. Não existe tratamento, portanto vacine seu gato.
Vacinas
Saiba como proteger o seu gato, seja ele filhote ou adulto
Vacina Tríplice Felina
Previne contra Rinotraqueíte, Calicivirose e Panleucopenia Felinas. Indicada para gatos domiciliados que não tem acesso à rua e que vivem em companhia de no máximo até três gatos, negativos para Leucemia.
Vacina Quádrupla Felina
Previne contra Rinotraqueíte, Calicivirose, Panleucopenia e Clamidiose Felinas. Indicada para gatos domiciliados que não tem acesso à rua e que vivem em companhia de mais de três gatos, negativos para Leucemia.
Vacina Quíntupla Felina
Previne contra a Rinotraqueíte, Calicivirose, Panleucopenia, Clamidiose e Leucemia Felina. Indicada para local que houver gatos vivendo em comunidade, animais semidomiciliados, em que tem o hábito de sair nas ruas, entrando em contato com gatos de origem desconhecida ou não testados para Leucemia Felina, onde a transmissão do vírus acontece com facilidade. Devemos realizar o exame sorológico antes da administração da Quíntupla Felina.
Vacina Anti-Rábica
Previne contra o vírus da Raiva. Indicada para todos os animais.

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Dúvidas - Entre em contato com a veterinária Luciana Jerônimo, pós-graduada em medicina felina, pelo site http://www.veterinariadegatos.com.br/




Thaís Bronzo
Os filhotes de gatos precisam de acompanhamento médico periódico com o propósito de serem examinados e vacinados para um desenvolvimento saudável

Ingerir chocolate traz riscos à saúde dos cães e pode levar a morte




Por ser altamente palatável, o chocolate é muito atraente também para os cães. Disponível em grande quantidade nesta época do ano, o alimento possui ingredientes que são metabolizados de forma diferenciada no organismo de humanos e animais. "É comum ver pets ingerindo chocolate, seja oferecido pelos donos, que não resistem aos apelos do mascote, ou quando roubam pedaços da sobremesa que está acessível. Mas isso traz risco graves à saúde do animal e evitar o problema é a melhor recomendação", alerta o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.
Quinzani esclarece que o chocolate é constituído entre outros componentes por carboidratos, lipídios e metilxantinas, que são teobromina e cafeína. De acordo com o veterinário, estas últimas substâncias são as maiores causadoras de intoxicação nos cães. "Esses componentes são absorvidos em boa parte no trato digestivo do animal e são distribuídos via corrente sanguínea para diferentes partes do organismo, como o coração e o sistema nervoso central", explica. "No sistema nervoso essas substâncias vão competir com outras responsáveis pela modulação da atividade cerebral e podem provocar excitação. No músculo cardíaco, a atividade também vai ser potencializada aumentando assim a frequência dos batimentos e levando a um descontrole dos mesmos."

Olha a dose! Bichinhos não podem usar remédio de gente! Cuidado!

Em grandes quantidades no organismo do animal essas substâncias vão causar ainda hipertensão moderada, diminuição ou aumento dos batimentos cardíacos, arritmias, tremores, aceleração do ritmo respiratório, ofegância, aumento da temperatura corporal e incontinência urinária. "Outros sinais clínicos de que o animal está em um quadro de intoxicação são as ocorrências de vômitos, diarréia, polidipsia, quando o cão bebe água em grande quantidade, ou poliúria, quando o animal urina além do normal", relata. "Hemorragias intestinais também podem ocorrer em alguns casos, normalmente entre 12 e 24 horas após a ingestão do alimento. Todos esses sintomas agravados podem levar o animal ao coma e em alguns casos até a morte."
O veterinário lembra ainda que a quantidade de teobromina varia de acordo com o tipo de chocolate. Quanto mais gordura o chocolate possuir, menor será o teor desta substância que ele vai concentrar, por isso, os chocolates brancos oferecem menor risco de intoxicação para os cães enquanto os chocolates amargos são os mais perigosos. "Quanto mais escuro, puro e concentrado for o chocolate maior será o risco de intoxicação", resume. "O chocolate amargo pois possui em torno de 1,35% de teobromina enquanto que no chocolate branco esse teor gira em torno de 0,005."

Fumantes passivos: Você fuma? Cuidado! O seu bicho pode adoecer por causa dissoDoses de risco

A dose tóxica de teobromina e cafeína para cães é em torno de 20 a 60mg por quilo de peso e a dose letal situa-se entre 100 e 200mg por quilo de peso. "Se um cão de 2,2kg de peso ingerir uma dose de 113,4 gramas de chocolate ao leite, essa quantidade já é tóxica", exemplifica. "Já se esse mesmo animal comer 12,9 gramas de chocolate amargo essa também será uma dose tóxica devido a variação na quantidade de teobromina". O tamanho do cão também influencia na intoxicação, mas comum em animais de pequeno porte, pois há maior quantidade de chocolate disponível em relação ao seu peso corporal. "É mais comum também em filhotes, pois sua curiosidade natural faz com que ingiram grandes quantidades de alimentos estranhos".
Outra particularidade dessa substância é seu tempo de atividade no sangue do animal, por isso as quantidades tóxicas não necessariamente precisam ser ingeridas de uma única vez. "No cão a meia vida da teobromina é de 17,5 horas, podendo ficar no organismo por até 6 dias, pois sua eliminação não acontece pelos rins, somente por via hepática", aponta. "Em conseqüência disso, doses repetidas em dias sucessivos também podem levar à intoxicação".

Ter ou não ter? Não é tão fácil assim decidir. Por isso, analise prós e contras

Infelizmente não existe antídoto para a intoxicação com essas substâncias e o tratamento deve ser feito para minimizar os sintomas. "Trata-se de uma emergência e a intervenção do veterinário é necessária. Na maioria dos casos, é recomendada a internação do animal para que ele possa ter o acompanhamento médico necessário", pontua Quinzani. "Por isso, a melhor recomendação é evitar que os animais tenham acesso a esse alimento e, em caso de ingestão acidental, observar o comportamento do animal e procurar o especialista."

Seu pet se recusa a comer e vomita em excesso? Ele pode estar chateado




Você já viu o seu gato ficar chateado? Não?! Tem certeza?! Continue lendo e descubra...
Um estudo revelou uma maneira de descobrir se seu gato está chateado: ele age como se estivesse doente!!! Isso mesmo, segundo o site Hypescience, os bichanos podem, por exemplo, recusar-se a comer ou vomitar em excesso mesmo estando saudável.
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores observaram o comportamento de 20 gatos, divididos em dois grupos: um de gatos saudáveis e outro de gatos com cistite intersticial felina (CIF), uma doença crônica caracterizada por desconforto ou dor recorrente na bexiga.
Durante o estudo, os gatos foram expostos a "eventos externos" incomuns, como mudança de dono ou de alimentação. Daí, tanto os gatos saudáveis quanto os crônicos apresentaram a mesma propensão a comportamentos de doença.
Ainda segundo o Hypescience, veterinários afirmam que quando um gato não está comendo, não está usando a caixa de areia ou está vomitando, a questão pode não ser puramente saúde: como parte do diagnóstico, os profissionais devem se informar da qualidade do ambiente em que o animal vive.

domingo, 17 de abril de 2011

Top 7 emergências com cães e gatos


Fraturas
A grande parte das fraturas acontece por causa de atropelamentos ou por conta de animais que pulam de muros ou janelas. Para evitar os problemas é importante que o dono mantenha sempre os cães na coleira quando saírem para passear. Manter as janelas fechadas ou com tela também é essencial, principalmente, para os gatos. Na hora de transportar os animais dentro do carro é indicado o uso de caixas específicas ou cinto de segurança, além de manter a janela do carro fechada.

Torção Gástrica
O problema é mais comum entre cães de grande porte e ocorre geralmente após os animais comerem uma elevada quantidade de alimento com rapidez e depois se exercitarem. Para evitar o problema basta dividir as refeições do cachorro para que ele não fique muito ansioso quando for receber a comida. Esperar alguns minutos para oferecer água após a ração e não permitir exercícios logo em seguida também diminuem o risco do problema.

Ingestão de objetos estranhos
Os animais são curiosos por natureza e tendem a ingerir brinquedos ou peças pequenas que encontram pelo caminho. O problema é que esses objetos podem ficar presos no estômago, garganta ou intestinos, podendo levar os pets à morte. Para evitar esse tipo de emergência ofereça brinquedos seguros para o seu cãozinho. Deixar o chão livre de meias, sapatos, roupas de baixo, entre outros objetos também é recomendado.

Intoxicação por inseticida
Boa parte das intoxicações por inseticida acontece por causa de donos bem intencionados que aplicam indevidamente os medicamentos nos pets. Cães pequenos e gatos são muito sensíveis e devem ter remédios exclusivos. Aplicar um anti-pulgas de cães em gatos, por exemplo, é extremamente prejudicial. O melhor a fazer é consultar um veterinário e se certificar da dosagem certa dos medicamentos.

Escoriações e traumas
Grande parte das escoriações e traumas sofridos é causada por atropelamentos e brigas entre os animais. Não permita que o seu cãozinho corra livre pela rua. Mantenha-o sempre na coleira e se na casa houver cercas ou muros, certifique-se que eles sejam altos o bastante para que os cães não pulem.

Ingestão de produtos de limpeza
O problema ocorre devido aos cães mastigarem as garrafas de produto de limpeza. Com isso eles acabam ingerindo o material químico, causando sérias intoxicações, podendo levá-los à morte. Para evitar o problema mantenha os produtos dentro de armários longe do alcance dos pets e tome cuidado redobrado quando estiver limpando a casa. Os cães podem até mesmo lamber o conteúdo de baldes e bacias quando o dono não estiver olhando.

Cortes
Cortes e arranhões são muito comuns em brigas entre os animais. Mas é bom o dono ficar atento às latas de alumínio jogadas no lixo ou até mesmo pedaços de vidro presos nos muros. É importante que o jardim também seja verificado com certa frequência em busca de objetos cortantes.




uol

terça-feira, 12 de abril de 2011

Abandono de animais


Certamente você já se deparou com um cachorro desamparado perambulando pela rua, enfraquecido ou ferido. Embora o abandono de animais seja crime, centenas de cães são maltratados e deixados à própria sorte por seus donos. O destino de alguns desses cachorros só não é mais cruel graças ao trabalho extraordinário de voluntários, que trocam o descanso e o lazer das horas livres por essa difícil, mas nobre tarefa. 
“Eu via os maus tratos e os animais sofrendo na rua e decidi que não ia ficar parada. Se você não ajudar, não terá mais ninguém que ajude”, afirma a bancária Juliana Bueno, voluntária de um canil no bairro paulistano do Butantã. Há quatro anos, ela faz parte de um grupo de sete coordenadores do projeto “Patinhas Online”. Atualmente, a equipe, que cuida de 109 cães, ainda conta com mais 100 pessoas que ajudam em processos de adoção e outros 2 mil eventuais colaboradores.
A maior recompensa para esses voluntários é recuperar um cão abandonado e depois conseguir encaminhá-lo para um lar. “Lidamos com situações tristes e desanimadoras, mas basta uma adoção, especialmente se for um cão que já está conosco há algum tempo, para que a gente tome fôlego e fique motivado a fazer isso por mais dez ou vinte anos”, afirma Juliana.
Além de atuar no canil do Butantã, o grupo realiza, mensalmente, feiras de adoções em diversos bairros da capital paulista. Segundo Juliana, os interessados passam por entrevistas para avaliar se eles de fato estão preparados e dispostos a adotar um animal. “Não queremos empurrar os cachorros para ninguém. Levamos esse trabalho de doação a sério”, diz.
Cerca de dez cachorrinhos por mês tem a sorte de conseguir um novo lar. Mas, infelizmente, o número de animais do canil não diminui, pois o abandono de novos cães ocorre na mesma proporção das adoções. Por esse motivo, o trabalho voluntário e a adoção por pessoas que gostam de animais são tão imprescindíveis.
Quem quiser adotar um animal ou apenas conhecer o projeto, pode acessar o site: www.patinhasonline.com.br



Mariana Teodoro

sábado, 9 de abril de 2011

Cuidados com o gato filhote



Você acaba de adquirir um gatinho lindo que vai lhe fazer companhia durante muitos anos e para que essa relação seja maravilhosa, é importante saber quais as necessidades e os cuidados que seu gato vai exigir durante os primeiros meses de vida.
Segue aqui um guia com dicas de alimentação e manejo que será útil para que você entenda melhor o seu gato e estabeleça com ele uma convivência harmoniosa.

Alimentação:
Gatos são super seletivos quanto à alimentação. Tente continuar oferecendo a mesma ração que o seu filhote já comia anteriormente. Depois você poderá mudar de ração aos poucos para não causar nenhum estresse ao animal. Essa mudança deve ser gradual. Comece oferecendo em maior quantidade a ração antiga e aos poucos vá aumentando a quantidade da ração nova, até que ofereça apenas a nova. Caso você desconheça a ração que ele comia antes, ofereça a nova ração em pequenas quantidades facilitando dessa forma a adaptação do animal ao novo alimento.
(Lembre-se: Filhotes deverão comer ração para filhotes até 1 ano de vida. São rações balanceadas especialmente para garantir um bom desenvolvimento muscular, ósseo, além de promover uma pelagem bonita e etc.)
Deixe sempre água fresca a disposição do seu gato e troque essa água regularmente. Gatos gostam de limpeza, por isso mantenha os recipientes de água e comida sempre limpos e longe da liteira.
Liteira:
Liteira é o nome dado à bandeja sanitária do gato, local onde ele fará suas necessidades. Deve ser limpa diariamente. O gato tem o hábito de cavar e esconder seus excrementos, por isso escolha uma caixa de bordas altas e encha a liteira com uma areia sanitária própria para gatos. A areia deve ser substituída em média 3 vezes por semana, mas isso vai depender da qualidade da areia. Existem várias marcas e preços que diferem na capacidade de absorção da areia. Se você tiver mais de um gato, é melhor que tenha mais de uma bandeja sanitária.
Cama:
Gatos gostam de dormir em um local confortável. Você pode adquirir uma caminha em lojas especializadas ou colocar uma caixa de papelão com algum acolchoado que ele também vai adorar! Mantenha a caminha em um local limpo e sem correntes de ar.
Brinquedos:
Seu gatinho vai brincar com tudo o que ele achar pela frente. Existem vários brinquedos para gatos disponíveis em pet shops, mas uma simples bolinha de papel ou um novelo de lã farão muito bem esse papel e, o melhor, sem gastos! É importante que você ofereça estes brinquedos apenas quando estiver perto do animal para evitar que ele engula fiapos de lã ou pedaços de papel.
Coleira:
É sempre bom acostumar o seu gato desde filhote com uma coleira que pode ser de um material leve e elástico. A coleira serve para identificar o seu animal em caso de perda ou acidente.
Arranhadores:
São importantíssimos, pois permitem que o animal gaste as suas garras em um local apropriado para isso, evitando assim arranhar móveis, sofás, cortinas... Tenho certeza que você concordará comigo!
Vacinas:
Este sem dúvida é o principal cuidado que você deverá ter com seu gato filhote, pois evitará que ele contraia doenças que muitas vezes são fatais por difícil tratamento. Prevenir é sempre melhor que remediar.
Gatos filhotes são como crianças que precisam aprender tudo principalmente os limites, ou seja, aquilo que podem ou não pode fazer. Ao fazer alguma coisa errada repreenda o seu gato imediatamente para que ele possa associar a bronca ao que foi feito e não repetir mais.


Bebel - uol

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Vacine



Se você tem cães ou gatos fique atento: o Ministério da Saúde divulgou o calendário de vacinação contra a raiva no País. Serão 32 milhões de doses aplicadas em aproximadamente 29 milhões de animais em todo o Brasil.
A campanha nacional será feita em duas etapas: julho e setembro.  Oito estados realizam a vacinação na primeira fase e os demais, no dia 17 de setembro.
A partir de maio, as vacinas começam a ser distribuídas às Secretarias Estaduais de Saúde, que vão abastecer os municípios garantindo a cobertura vacinal prevista para esse ano.
Para saber a data em que a campanha será realizada em seu estado, basta ligar para o Disque-Saúde no 0800 61 19 97 ou acessar o site do Ministério da Saúde no endereço http://www.saude.gov.br/.
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